Praça Belmiro Ribeiro, nº 5 — 1º Andar · Vila Mathias · Santos/SP · CEP 11075-210
(13) 3228-8668

Área 03

Direito Cível

Onde há conflito, há um caminho. Nosso ofício é encontrá-lo.

O cível é onde a vida em sociedade se acerta

Contratos quebrados, danos sofridos, direitos descumpridos, negócios travados. É no Direito Cível que essas situações encontram solução — e é onde mais atuamos.

Nossa equipe combina leitura técnica afiada com postura realista: nem todo conflito precisa virar processo, e nem todo processo precisa durar uma década.

Como atuamos na prática

Contratos

Elaboração, revisão, rescisão e revisional. Atuamos antes (na redação) e depois (na disputa) para que cláusulas vagas não virem prejuízo.

Responsabilidade civil

Acidentes, falhas de serviço, descumprimento contratual, ofensas à honra e à imagem. Conduzimos tanto a defesa quanto a ofensiva, com cálculo realista de chances e custos.

Direito do consumidor

Para pessoas físicas (vícios em produtos, cobranças indevidas, negativação injusta) e para empresas (defesa em ações de consumidores, adequação de práticas comerciais).

Recuperação de crédito

Cobrança judicial e extrajudicial estruturada, com priorização por valor recuperável e abordagem segmentada (nota promissória, cheque, contrato, duplicata).

Contencioso estratégico

Quando o caso pede, montamos teses sólidas e levamos até onde for necessário. Nosso foco é resultado — não papel.

Para quem é

  • Pessoas físicas com conflitos civis e demandas de consumidor
  • Empresas com contratos em disputa ou inadimplência a recuperar
  • Famílias em demandas indenizatórias
  • Empresários precisando proteger reputação ou direitos

Perguntas frequentes

O que mais nos perguntam sobre Cível.

Em primeiro grau, entre 12 e 24 meses, dependendo da comarca. Com recursos, pode ir até 3-5 anos. Mas há atalhos: tutela provisória pode antecipar efeitos importantes em semanas; acordos resolvem 30-40% antes da sentença.

Em valores até 40 salários mínimos, o Juizado Especial Cível atende sem precisar de advogado obrigatório (até 20 SM) e é rápido. Para valores menores que isso, contas fechadas — custo do processo + tempo do cliente costuma compensar só se for questão de princípio ou serial (várias situações iguais).

Em geral, não. Indenizações por dano moral pessoal estão fora do campo do imposto de renda (Súmula 498 STJ). Já indenização por dano material que recompõe perda também é não tributável; mas se houver lucro cessante, sim, tributável como rendimento.